FAZENDA BABILÔNIA – PIRI ALÉM DAS CACHUS

Quem pensa que Pirenópolis (GO) oferece apenas cachoeira, artesanato e uma rua de barzinhos e restaurantes está bem enganado. As construções seculares da cidade guardam muita coisa para contar. A Fazenda Babilônia, por exemplo, é uma excelente opção para quem quer fazer um passeio que reúne história e gastronomia.

Declarada Patrimônio Histórico Nacional pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico), a fazenda construída no final do século XVIII conserva o casarão em estilo colonial e diversos moveis e utensílios da época.

A visita guiada pela Dona Telma – bisneta do padre (sim, um padre) que comprou a fazenda do primeiro proprietário lá em 1800 – é uma viagem no túnel do tempo. Além disso aprendemos algumas curiosidades do ciclo do ouro no Centro-Oeste do Brasil, vimos um bezerro mamando, um monjolo em funcionamento, alimentamos um toro na boca e comemos MUITO!

Aliás, essa foi melhor parte do passeio (pelo menos para a gente): o tal do Café Sertanejo,  um resgate gastronômico com mais de 40 itens de muita comida deliciosa feita do jeitinho que era em 1800. E o melhor, os produtos são todos da região. É tudo bem caseirinho. Queijos, requeijão, pão de queijo, bolos, carnes, broas, linguiças, pamonha… O cardápio é tão enorme e maravilhoso que vou deixar o link aqui para quem quiser conferir (cardápio café sertanejo).

Quem quiser ir no fim de semana nem precisa reservar, basta chegar de 9h às 15h e a comilança e informação estão garantidas. Para grupos grandes e visitas na semana é preciso reservar.

 

SERVIÇO:

Endereço: GO 431 – Km 3 – Pirenópolis – Goiás – Brasil

Telefones: 62.99294-1805 | 99291-1511

Email: contato@fazendababilonia.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/FazendaBabilonia

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HOPI HARI – SNAPSÉRIE DE VIAGEM “SÃO PAULO COM CRIANÇA”

Eita que o último vídeo da série “São Paulo com criança” entra justo quando o parque está fechado. Alguns dizem que para sempre, outros dizem que vai reabrir. Bem que achamos o parque abandonado e com os brinquedos mal cuidados (vocês vão ver no vídeo que reclamei de algumas coisas lá).

O Hopi Hari tinha tudo para ser um parque legal. Precisa só investir no espaço mesmo sabe. É fácil de chegar, tem uma área grande. Sinceramente é difícil entender como ele não “vinga”. 

Estamos fazendo uns testes “pré Disney” com o Ighor para ele ir perdendo o medo dos brinquedos mais “radiciais” e ele passou com louvor. Foi em todos, mesmo com um pouco de medo na fila.

Tinha pesquisado e vi que o Hopi Hari tinha uma área da Liga da Justiça. Aí fui atrás de irmos todos tematizados, porque sou dessas. Minha camiseta com capa era do pijama da Riachuelo. A do Ighor eu comprei na K’TRACA KMZTS e a do marido na COMIX ALTERNATIVE WEAR. As duas são lá no Conic.Infelizmente essa área estava com quase todos os brinquedos fechados. Só tinha o 4D do Lanterna Verde é um carrossel do Pinguim funcionando… 😢

Falando em “4D” falta muita coisa para os brinquedos de lá receberem esse título. É mais um sacolejo louco que um 4D mesmo. Se eles reabrirem, espero que melhorem essa parte.
Dentro do parque tinham atrações pagas a parte (e como estávamos achando tudo tão desleixado preferimos não gastar esse dinheiro).

A alimentação nas lanchonetes tem um preço razoável e dá para levar lanchinhos. No mais é só voltar a ser criança e se divertir.

Wet’n Wild – Snapsérie de viagem “São Paulo com criança” 

Quem gosta de parque aquático tem uma boa opção em São Paulo: o Wet’n Wild. Localizado a 60 quilômetros da capital paulista o parque oferece brinquedos para todas as idades e garante a diversão em dias de calor.

Não é permitido entrar com comida, mas os restaurantes e lanchonetes lá dentro tem preços bem razoáveis (nada mais caro que um MC Donalds).

Alguns dos tobogãs funcionam em horários específicos, por isso é bom ficar de olho já na entrada para se programar e não perder nenhuma das atrações. Depois é só passar o filtro solar e aproveitar. 

O vórtex (um funil enorme e amarelo) foi o brinquedo preferido para o casal, mas a criançada gosta mesmo é da área do Cascão (única parte do parque com uma decoração realmente legal). Outro tobogã que teve direito a bis foi o bubbatub, onde a família inteira pode descer junta numa boia. Vale a pena também curtir a piscina de onda e descansar um pouco nas cadeiras de praia depois do almoço. 

Apesar de achar que falta sinalização dentro do parque e relógios funcionando (em tempos de celulares quase ninguém mais usa relógio de pulso), o passeio vale a pena. 

SERVIÇO

Acesso pela Rodovia dos Bandeirantes, km 72 Itupeva, São Paulo.

  • Ingressos

Bilheteria  

Ingresso individual R$ 99,00

WET SEM CHUVA* – saiba mais R$ 5,00

Pontos de venda   

Ingresso individual R$ 85,00

Promoção 3=4 (4 ingressos pelo preço de 3) R$ 255,00

Internet – WetShop – apenas para compras antecipadas  

Ingresso individual R$ 88,00

Ingresso individual – WET SEM CHUVA* – saiba mais R$ 93,00

Promoção 3=4 (4 ingressos pelo preço de 3) R$ 264,00

Televendas – apenas para compras antecipadas (11) 4496-8008  

Ingresso individual R$ 90,00

Promoção 3=4 (4 ingressos pelo preço de 3) R$ 270,00

 

Aquário de São Paulo -Snapsérie de viagem “São Paulo com criança”

O Aquário de São Paulo é uma excelente opção para a criançada, e também para adultos. Organizado por setores como Pantanal, Peixes Marinhos, África e Austrália, o lugar tem bichos além dos peixinhos, como o suricate e o lindo Urso Polar.

Fomos em um dia com promoção de 50% no valor do ingresso (vale a pena olhar no site antes de ir para ver as ofertas), o que fez com que o aquário estivesse muito cheio.

O restaurante do Aquário é self-service e tem um preço bastante justo. Para quem não quer “comida de verdade” na área da Antártida tem uma lanchonete com opções de hambúrgueres e cachorro quente. 

 

Saltando de Paraquedas no Centro-Oeste (e comemorando os 31 anos)

Sabe sonho? Pois é. Sempre tive um. Saltar de paraquedas. Pode ser pela influência de saber que tinha um avô paraquedista (que perdi ainda criança), ou de ter um pai piloto, ou de ter uma coisa com o céu que não sei explicar. Só sei que era assim. E foi assim que eu decidi comemorar meus 31 anos.

A única coisa que eu sabia era que meu salto seria em Anápolis (GO), cidade conhecida por ser centro de treinamento de paraquedismo no Centro-Oeste. Já que esse esporte é uma coisa muito séria, e a cidade fica mais ou menos a 130km de Brasília, preferi ir para lá.

Depois de muita pesquisa, conversas com amigos paraquedistas ou que já saltaram pelo menos uma vez na vida, cheguei a conclusão que a Mergulho no Céu era a melhor empresa para realizar o meu sonho.

Fiz o agendamento com antecedência e tive que fazer um depósito de R$ 100,00 reais para confirmar o salto. O valor vão varias de acordo com o tipo de salto que você escolher. Eles oferecem vários serviços adicionais como foto, filmagem e cinegrafista. Quem escolhe filmagem tem que decidir qual música vai querer. Pense antes. Na hora fui pega de surpresa e a única música que me vinha na cabeça era “I belive I can fly”…  Mas eles me deram um prazo para pensar e fiz uma enquete no Facebook. A trilha sonora escolhida foi dica do meu amigo Flávio Soares e vocês conferem ai no vídeo. 

Voltando ao dia do salto. Eram 8h30 da manhã do dia 14 de maio de 2016 quando rumamos, eu, marido e meu amigo Leandro Grass, para Anápolis. Chegando lá estava tendo um salto-pedido-de-casamento ❤ . Tão foto. Achei bom presságio.

Quando você chega eles te dão o contrato, você assina, e espera a sua vez (Não leia os riscos. Você já sabe. Isso só vai te deixar tens@).

Chegando perto da hora um instrutor vai te explicar passo-a-passo o que vai acontecer e o que cada um vai fazer. Eles são super atenciosos e respondem todas as dúvidas.

Depois é só subir no avião e descer pela porta lateral voando e sorrindo! Eu tava tão feliz e só tive noção dessa felicidade vendo as fotos e os vídeos. Parece que meu sorriso não cabia em mim.

Foi lindo. Vale a pena. Se você quer fazer isso, se jogue! Mas pesquise bem a empresa, afinal, sua vida estará nas mãos deles.

 

 

 

Bento Gonçalves além das vinícolas

É só escutar sobre Bento Gonçalves (RS) e a pessoa já pensa logo em vinícolas e vinhos. Muitos vinhos bebidos em incontáveis degustações. Mas essa cidadezinha que fica a 124 km de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, abriga um monte de lugares legais para degustar muito mais que a bebida preferida de Baco (ou Dionísio). E aqui vão alguns dos cantinhos que visitamos e amamos.

Bem ali no Vale dos Vinhedos, uma pequena casinha  de madeira chama atenção por não servir vinho, imaginem só! 

 Ao entrar na loja a pessoa fica fascinada com a decoração que lembra casa de vó e se embreaga com o cheiro gostoso de biscoito quentinho saindo do forno.   

 São mais de 15 sabores doces e salgados gentilmente oferecidos para degustação gratuita. No subsolo é possível conhecer a fábrica onde diariamente se fabricam artesanalmente mais de 30kg de deliciosos biscoitinhos. Difícil mesmo é sair de lá com só um pacotinho de biscoito. 

Ainda no Vale dos Vinhedos a deslicatessen do grupo Casa Valduga produz geleias, vinagres balsâmicos à base de vinho, suco de uva, e antepastos.  

A degustação gratuita acontece no balcão. Eu já conhecia a marca, mas não imaginava a variedade de sabores de geléias. Uma mais gostosa que a outra. Os balsâmicos saborizados foram uma deliciosa surpresa. São tão gostosos que comemos de colher. O suco de uva, como era de se esperar, é fantástico!   

Nunca imaginei que dava para fazer tanta coisa com tomate! 

 No começo do Caminho das Pedras a propriedade é uma das primeiras. Além de receber uma explicação sobre o roteiro local, como ele foi concebido e como funciona, você ainda tem uma aula de história emocionante de como os imigrantes italianos chegaram na Serra Gaúcha e as dificuldades que enfrentaram por lá.  

 
Depois você pode se preparar para degustar  uma quantidade de produtos feitos com tomate que vão te surpreender. A princípio você deveria pagar R$ 2,00 para degustação, mas caso compre algo, ele é descontado. São molhos, pestos, geléias e cervejas inusitadas, além de uma receita antiga de refrigerante natural feito com outras frutas da região. 

A propriedade ainda tem uma cantina italiana para quem quiser almoçar uma boa e tradicional pasta!

Além de saborear vários produtos feitos com leite de ovelha, o Parque das Ovelhas oferece ainda uma série de atividades em horários distintos durante o dia. Tanto a degustação como os outros programas são pagos.

  
Você pode ver a amamentação dos cordeiros, acompanhar o pastoreio das ovelhas, presenciar a ordenha e ainda assistir ao grande rebanho (no fim do dia). Tudo com muitas ovelhas fofas e cachorrinhos ajudando. 

Quanto aos produtinhos degustados, votei para casa com algumas pecinhas de queijo. Eles não têm lactose e a intolerante aqui ficou muito empolgada com isso!